
Agora a coisa melhorou para aquelas senhoras que gostam de descansar mais que o suficiente, agora é só ficar buchuda. È muito bom ficar seis meses em casa, só mandados a babá tomar conta do bebê. Ir ao shopping vai ser legal. No interior tem dessas coisas não, visse! A mulher assim que tira o resguardo vai logo pro roçado limpar mato. Dar de mamar só á noite quando chega.O filhinho nem sequer tirou os cueros e já vai se virando como pode. Comer papa e tomar caldo de feijão é o alimento indispensável, e crescem forte feito um touro, nem gripe tem. Aqui na cidade, os bebês são criados com tantos cuidados e só vivem dodói, engraçado, né.
Fui criada assim, quando comecei a me arrastar (engatinhar) minha salinha era o terreiro, meu lanchinho, era barro das paredes da minha casa, minha babá era uma porquinha e um vira-lata chamado tupy, eles vigiavam a gente, para mamãe trabalhar. Criei-me uma negona nunca tive doença, hoje meus filhos são criados com tantas frescuras e de vez em quando estou no pediatra com eles.
O que vai ter mulheres relaxando e embuchando!!!!!
Vamos ver esta noticia:
Senado aprova incentivo à ampliação da licença-maternidade para seis meses
A CDH (Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa) do Senado aprovou nesta quinta-feira o Programa Empresa Cidadã, que prevê a ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses. A decisão é válida para trabalhadoras de empresas privadas que aderirem ao projeto. A adesão é facultativa, tanto para a empresa quanto para a trabalhadora.
O projeto prolonga de 120 para 180 dias a licença-maternidade, permitindo que mãe e filho convivam por mais tempo. O objetivo do projeto é destacar a importância do vínculo entre a mãe e o bebê, garantindo a amamentação nesses seis meses. Nos primeiros meses de vida do bebê, o leite materno funciona também como uma espécie de vacina para vários tipos de doença comuns no período.
O projeto que amplia a licença-maternidade para seis meses é de autoria da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE)
Segundo a proposta, o salário dos dois meses excedentes seria pago pelas empresas, e não pela Previdência Social. A idéia é não sobrecarregar o INSS, que já gasta por ano cerca de um bilhão de reais para manter em casa mulheres que acabaram de dar à luz.
O empregador, por sua vez, terá isenção total no Imposto de Renda do valor pago às trabalhadoras nos dois meses a mais de licença.
O projeto foi aprovado por unanimidade e em decisão terminativa, ou seja, segue agora diretamente para votação na Câmara dos Deputados, sem precisar passar pelo plenário do Senado. Se aprovada, bastará a sanção do presidente.
Foram aprovadas cinco emendas ao texto, entre as quais a que inclui entre as beneficiárias a trabalhadora que é mãe adotante.
Durante a sessão, a senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), autora do projeto de lei 281/05, que trata da ampliação, disse que a renúncia fiscal seria de cerca de R$ 500 milhões, devido à dedução do IR, caso o projeto seja sancionado.
Entretanto, a senadora argumentou que a importância da convivência integral entre mãe e filho nos primeiros meses de vida da criança e o aleitamento materno para prevenção de doenças.

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